Quinta-feira
Abr262007
Projeto Centrado nas Pessoas Considerado Prejudicial
Quinta-feira, Abril 26, 2007
Human-Centered Design Considered Harmful
Neste artigo Donald Norman, conhecido pelo livro The Psychology of Everyday Things, critica as práticas atuais de projeto, e resgata o conceito de Activity-Centered Design.
São questionados diversos pressupostos, os quais são assumidos muitas vezes sem questionamento:
- Foco na tarefa: Norman lembra que atividades são compostas de muitas tarefas. Se o foco passa da segmentação em tarefas para as atividades, é possível ter visões mais apropriadas do que deve ser o objetivo de uma atividade de projeto. Exemplos de atividades são Contactar Amigos e Deixar os Emails em Dia. Estas atividades por sua vez se decompõe em tarefas como Fazer Chamada Telefônica, Ler email, Responder email. E focar na atividade significa também projetar para o que pode dar errado, para as interrupções, para o aprendizado.
- Adaptar a tecnologia às pessoas: apesar de seu propósito nobre, esta orientação é sempre limitada em suas possibilidades, e existe adaptação das pessoas à tecnologia. Orientar o projeto à atividade deve permitir o aprendizado da atividade pela compreensão da ferramenta. Especialmente fácil de entender quando a atividade proposta só é possibilitada pela nova tecnologia, como no caso dos tocadores de mp3 de alta capacidade e na tv digital interativa (quem pensava antes destas tecnologias em ouvir aleatoriamente toda sua discoteca, música a música, ou ainda pedir à tv que exiba a sinopse do programa que está passando ou enviar uma mensagem ao programa ao vivo pela tv?)
- Ouvir os usuários: ouvir os usuários como advogado no user (human)-centered design pode levar a projetos muito complexos, soluções que querem atender a cada particularidade de cada pessoa. A visão clara de um modelo conceitual compatível com a atividade proposta pela tecnologia seria mais importante para projetos inovadores.
Além desses destaques, muito mais informação no artigo original e no artigo escrito para complementá-lo:
Human-Centered Design Considered Harmful
HCD harmful? A Clarification
Neste artigo Donald Norman, conhecido pelo livro The Psychology of Everyday Things, critica as práticas atuais de projeto, e resgata o conceito de Activity-Centered Design.
São questionados diversos pressupostos, os quais são assumidos muitas vezes sem questionamento:
- Foco na tarefa: Norman lembra que atividades são compostas de muitas tarefas. Se o foco passa da segmentação em tarefas para as atividades, é possível ter visões mais apropriadas do que deve ser o objetivo de uma atividade de projeto. Exemplos de atividades são Contactar Amigos e Deixar os Emails em Dia. Estas atividades por sua vez se decompõe em tarefas como Fazer Chamada Telefônica, Ler email, Responder email. E focar na atividade significa também projetar para o que pode dar errado, para as interrupções, para o aprendizado.
- Adaptar a tecnologia às pessoas: apesar de seu propósito nobre, esta orientação é sempre limitada em suas possibilidades, e existe adaptação das pessoas à tecnologia. Orientar o projeto à atividade deve permitir o aprendizado da atividade pela compreensão da ferramenta. Especialmente fácil de entender quando a atividade proposta só é possibilitada pela nova tecnologia, como no caso dos tocadores de mp3 de alta capacidade e na tv digital interativa (quem pensava antes destas tecnologias em ouvir aleatoriamente toda sua discoteca, música a música, ou ainda pedir à tv que exiba a sinopse do programa que está passando ou enviar uma mensagem ao programa ao vivo pela tv?)
- Ouvir os usuários: ouvir os usuários como advogado no user (human)-centered design pode levar a projetos muito complexos, soluções que querem atender a cada particularidade de cada pessoa. A visão clara de um modelo conceitual compatível com a atividade proposta pela tecnologia seria mais importante para projetos inovadores.
Além desses destaques, muito mais informação no artigo original e no artigo escrito para complementá-lo:
Human-Centered Design Considered Harmful
HCD harmful? A Clarification
richardfaust |
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teoria
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