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<!--Generated by Squarespace Site Server v5.11.81 (http://www.squarespace.com/) on Mon, 13 Feb 2012 03:11:05 GMT--><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><title>Notícias</title><subtitle>Notícias</subtitle><id>http://www.usabiliza.com/noticias/</id><link rel="alternate" type="application/xhtml+xml" href="http://www.usabiliza.com/noticias/"/><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.usabiliza.com/noticias/atom.xml"/><updated>2011-12-02T14:14:49Z</updated><generator uri="http://www.squarespace.com/" version="Squarespace Site Server v5.11.81 (http://www.squarespace.com/)">Squarespace</generator><entry><title>Perfil da Usabilidade no Brasil</title><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2011/12/2/perfil-da-usabilidade-no-brasil.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2011/12/2/perfil-da-usabilidade-no-brasil.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2011-12-02T14:05:46Z</published><updated>2011-12-02T14:05:46Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<p><a href="http://books.google.com/books?id=Kwtvp-9w6jEC&amp;lpg=PA108&amp;pg=PA91#v=onepage&amp;q&amp;f=false">Perfil da Usabilidade no Brasil</a>, elaborado pela Raquel Prates e Lucia Filgueiras.</p>
<p>Ver especialmente o item 6.5, p. 101, sobre a Usabilidade na Ind&uacute;stria.</p>
<p>Conhe&ccedil;a melhor o perfil do profissional da &aacute;rea, quem s&atilde;o os clientes, os servi&ccedil;os demandados (e oferecidos), oportunidades de expans&atilde;o. Muito legal e pioneiro o trabalho delas.</p>
<p>Ah, eu fui, orgulhosamente, um dos "informantes".</p>]]></content></entry><entry><title>Vaga Bolsa RHAE - Usabilidade</title><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2010/12/8/vaga-bolsa-rhae-usabilidade.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2010/12/8/vaga-bolsa-rhae-usabilidade.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2010-12-08T10:28:34Z</published><updated>2010-12-08T10:28:34Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<p>Vaga para bolsista RHAE Mestre (ou Especializa&ccedil;&atilde;o/MBA com hist&oacute;rico de pesquisa) para projeto de usabilidade em empresa de Florian&oacute;polis (falar comigo).</p>]]></content></entry><entry><title>Resultados: Usabilidade do Produto Datasul 11 da TOTVS</title><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2010/5/19/resultados-usabilidade-do-produto-datasul-11-da-totvs.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2010/5/19/resultados-usabilidade-do-produto-datasul-11-da-totvs.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2010-05-19T14:22:54Z</published><updated>2010-05-19T14:22:54Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<p><span class="full-image-block ssNonEditable"><span><a href="http://www.totvs.com/home"><img style="width: 150px;" src="http://www.usabiliza.com/storage/logo-totvs.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1274280736260" alt="" /></a></span></span></p>
<p>A Usabiliza tem trabalhado com a <a href="http://www.totvs.com/home">TOTVS</a> (anteriormente Datasul) desde 2004 na defini&ccedil;&atilde;o de um processo de usabilidade e da interface do produto Datasul. No v&iacute;deo abaixo, produzido pela TOTVS, s&atilde;o expostos alguns resultados deste trabalho (a partir de 4'35'').</p>
<p><object width="400" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_VXIkVzVaqQ&hl=en_US&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_VXIkVzVaqQ&hl=en_US&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>O post original est&aacute; no site da TOTVS: <a href="http://www.totvs.com/totvs2011/video/?linha=3&amp;modulo=53">Novidades Datasul 11</a></p>]]></content></entry><entry><title>Segunda edição do livro Ergonomia e Usabilidade</title><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2010/4/28/segunda-edico-do-livro-ergonomia-e-usabilidade.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2010/4/28/segunda-edico-do-livro-ergonomia-e-usabilidade.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2010-04-28T21:26:58Z</published><updated>2010-04-28T21:26:58Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<p><span class="full-image-float-right ssNonEditable"><a style="vertical-align: super;" href="http://www.novatec.com.br/livros/ergonomiausabilidade/"><img style="width: 200px;" src="http://www.usabiliza.com/storage/livro%20ergonomia%20e%20usabilidade%202a%20edio.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1272491324191" alt="" /></a></span></p>
<p>A segunda edi&ccedil;&atilde;o do nosso livro Ergonomia e Usabilidade&nbsp;<a href="http://www.novatec.com.br/livros/ergonomiausabilidade/">est&aacute; dispon&iacute;vel</a>:<p>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<p>Com m&eacute;todos e informa&ccedil;&otilde;es de f&aacute;cil compreens&atilde;o, &eacute; a melhor op&ccedil;&atilde;o para web designers, programadores, arquitetos, projetistas, analistas, universit&aacute;rios, professores e pesquisadores da &aacute;rea.</p>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Principais t&oacute;picos abordados na segunda edi&ccedil;&atilde;o deste livro:</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Crit&eacute;rios, recomenda&ccedil;&otilde;es ergon&ocirc;micas e padr&otilde;es para o projeto de interfaces com o usu&aacute;rio.</li>
<li>T&eacute;cnicas de concep&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lise e avalia&ccedil;&atilde;o de Interfaces Humano-Computador.</li>
<li>Conhecimentos de engenharia de usabilidade aplicados ao desenvolvimento de interfaces para computadores de m&atilde;o, para a TV digital e para videogames.</li>
<li>Modelos e teorias cognitivas que fundamentam crit&eacute;rios e recomenda&ccedil;&otilde;es ergon&ocirc;micas, incluindo o conceito de Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio."</li>
</ul>
</div>
<div id="_mcePaste"><a href="http://www.novatec.com.br/livros/ergonomiausabilidade/">Livro Ergonomia e Usabilidade:&nbsp;Conhecimentos, M&eacute;todos e Aplica&ccedil;&otilde;es, por Walter Cybis, Adriana Betiol e Richard Faust, 2a. edi&ccedil;&atilde;o, Editora Novatec.</a></div>]]></content></entry><entry><title>Projetando Comunidades Virtuais: Usabilidade e Sociabilidade</title><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2010/4/5/projetando-comunidades-virtuais-usabilidade-e-sociabilidade.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2010/4/5/projetando-comunidades-virtuais-usabilidade-e-sociabilidade.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2010-04-05T03:56:08Z</published><updated>2010-04-05T03:56:08Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<h4>No contexto do&nbsp;<a href="http://usabiliza.squarespace.com/noticias/2010/3/26/projeto-redes-sociais-na-educaco.html">projeto de Redes Sociais na Educa&ccedil;&atilde;o</a>,&nbsp;publico esta compila&ccedil;&atilde;o que elaborei de diversas recomenda&ccedil;&otilde;es para usabilidade e sociabilidade de comunidades virtuais.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o ou por que Sociabilidade e Usabilidade?</strong></h3>
<p>Desenvolver comunidades virtuais bem-sucedidas n&atilde;o &eacute; um empreendimento trivial. Comunidades bem-sucedidas devem atender ao menos dois requisitos:</p>
<ul>
<li><em>Satisfazer seus membros</em>: os membros      de uma comunidade s&atilde;o os &ldquo;clientes&rdquo; prim&aacute;rios da comunidade. Eles trazem      para a sua participa&ccedil;&atilde;o na comunidade expectativas e metas que devem ser      satisfeitas (e que podem evoluir com o passar do tempo);</li>
<li><em>Contribuir para o bem-estar da sociedade</em>: apesar de muitas vezes nos esquecermos disto, nossos      empreendimentos em sociedade t&ecirc;m como objetivo contribuir para o bem-estar      da sociedade como um todo. Quer sejam comunidades virtuais de      profissionais (comunidades de pr&aacute;tica), de interesses comuns, de      entretenimento, de colecionadores &ndash; todas as comunidades tem por objetivo      final contribuir de alguma maneira para o bem-estar da sociedade como um      todo. </li>
</ul>
<p>Mesmo com todo empenho em construir comunidades bem-sucedidas, alguns cen&aacute;rios t&iacute;picos que encontramos s&atilde;o:</p>
<ul>
<li><em>Comunidades que falham ou desaparecem</em>: comunidades s&atilde;o iniciadas por indiv&iacute;duos ou grupos, como      todos os recursos que parecem ser necess&aacute;rios. Entretanto, algum tempo      depois vai se percebendo que n&atilde;o est&aacute; funcionando e &eacute; abandonada. Em      alguns casos o suporte tecnol&oacute;gico &eacute; retirado e as comunidades      simplesmente desaparecem;</li>
<li><em>Sobreviv&ecirc;ncia com popula&ccedil;&atilde;o      diferente</em>: comunidades s&atilde;o iniciadas por um grupo e assim funcionam por      algum tempo. Mas a comunidade come&ccedil;a a perder seu p&uacute;blico inicial por      uma s&eacute;rie de fatores e suas atividades sao assumidas por uma popula&ccedil;&atilde;o      diferente da inicial;</li>
<li><em>Chats vazios, mensagens n&atilde;o respondidas, coment&aacute;rios&nbsp; superficiais, muita propaganda,      spam</em>: muitos de n&oacute;s j&aacute; tivemos este sentimento      de entrarmos em uma sala de bate-papo e sermos os &uacute;nicos presentes.      Comunidades que n&atilde;o est&atilde;o funcionando da forma esperada, podem apresentar      v&aacute;rias caracter&iacute;sticas, como mensagens em f&oacute;runs que nunca s&atilde;o respondidas      ou quando s&atilde;o, as respostas n&atilde;o trazem nenhuma informa&ccedil;&atilde;o relevante ou      reflex&atilde;o. Adicione-se a isso as propagandas no pr&oacute;prio ambiente e      mensagens de spam nos ambientes de colabora&ccedil;&atilde;o e temos um cen&aacute;rio bastante      desanimador;</li>
<li><em>T&ecirc;m impacto na vida das pessoas</em>:      este &eacute; o cen&aacute;rio de sucesso que n&oacute;s buscamos. Impacto nos aspectos      profissionais, em nosso entretenimento, educa&ccedil;&atilde;o entre outros, s&atilde;o o      objetivo das comunidades virtuais. Quando isto acontece, temos uma      comunidade virtual bem sucedida.</li>
</ul>
<p>A sociabilidade e usabilidade s&atilde;o caracter&iacute;sticas desej&aacute;veis das comunidades virtuais e que contribuem para o cen&aacute;rio de sucesso.</p>
<p>Comunidades com boa sociabilidade t&ecirc;m pol&iacute;ticas sociais que suportam os prop&oacute;sitos da comunidade, que s&atilde;o compreens&iacute;veis, socialmente aceit&aacute;veis e pratic&aacute;veis. Usabilidade diz respeito a fazer interfaces consistentes, control&aacute;veis e previs&iacute;veis, o que as faz f&aacute;ceis de usar e trazem satisfa&ccedil;&atilde;o ao usu&aacute;rio (Lazar e Preece, 2002).</p>
<p>As se&ccedil;&otilde;es seguintes v&atilde;o determinar como estas qualidades contribuem na obten&ccedil;&atilde;o de comunidades bem-sucedidas. Adicionalmente recomenda&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas para sociabilidade e usabilidade ser&atilde;o apresentadas, alem de orienta&ccedil;&otilde;es de princ&iacute;pios de projeto de comunidades virtuais.</p>
<p><span class="full-image-block ssNonEditable"><span><img src="http://www.usabiliza.com/storage/usabilidade e sociabilidade.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1270489067117" alt="" /></span></span>Figura 1. Sociabilidade e Usabilidade nas Comunidades Virtuais</p>
<h3>Sociabilidade nas Comunidades: Entidades x Processo</h3>
<p>Apesar de muitas vezes as comunidades serem tratadas como entidades, nos beneficiamos de se as tratarmos de uma perspectiva de processo. Em um processo de desenvolvimento de uma comunidade o desenvolvedor tem um papel que &eacute; similar ao de prefeito de uma cidade: ele define a infra-estrutura, o plano diretor, e os habitantes se organizam e atuam nesta infra-estrutura. Ele trabalha com os membros para planejar e guiar o desenvolvimento da comunidade. Assim, inicialmente s&atilde;o avaliadas as necessidades para cria&ccedil;&atilde;o da comunidade, e durante o desenvolvimento da comunidade, estas necessidade s&atilde;o reavaliadas e a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias tomadas pelo desenvolvedor-prefeito.&nbsp;</p>
<p>&Eacute; o desenvolvedor quem vai estabelecer algumas pol&iacute;ticas b&aacute;sicas para participa&ccedil;&atilde;o na comunidade, como por exemplo:</p>
<ul>
<li><em>Como se comportar</em>: &eacute; o desenvolvedor      quem vai comunicar para os que querem ser participantes, qual comportamento      &eacute; aceit&aacute;vel na comunidade. Estas orienta&ccedil;&otilde;es devem estar em acordo com as      necessidades da comunidade. Por exemplo, uma comunidade de adolescentes      interessados em grupos de m&uacute;sica pop pode ter regras de comportamento em      rela&ccedil;&atilde;o &agrave; linguagem utilizada diferentes daquelas de uma comunidade de      arquitetos que querem discutir suas pr&aacute;ticas de trabalho. Algumas      comunidades aceitam melhor confrontos diretos de id&eacute;ias, como uma comunidade      acad&ecirc;mica, mas uma comunidade de hobistas pode ser mais sens&iacute;vel a      confrontos;</li>
<li><em>O que esperar da comunidade</em>: deixar      claro o objetivo e o que acontece na comunidade aumenta as chances de      atrair membros que compartilham os mesmos objetivos, orienta para quais      atividades s&atilde;o v&aacute;lidas em rela&ccedil;&atilde;o aos objetivos e aumenta as chances de      bons relacionamentos entre os membros.</li>
</ul>
<p>Estas pol&iacute;ticas definidas para uma comunidade s&atilde;o a base de seu crescimento social. Com estas pol&iacute;ticas sendo colocadas em pr&aacute;tica &eacute; poss&iacute;vel desenvolver e manter a comunidade ativa sem grandes sobressaltos. Isto &eacute; especialmente importante no in&iacute;cio da comunidade, que &eacute; quando muitas comunidades falham sem ter muitas vezes uma segunda chance devido ao desgaste.</p>
<h3>Usabilidade: Comunidades f&aacute;ceis de aprender e de usar</h3>
<p>A boa usabilidade suporta a atividade dos usu&aacute;rios com um artefato, de forma eficaz, eficiente e com satisfa&ccedil;&atilde;o. Assim, &eacute; preciso que o projeto do uso do artefato busque atender as metas do usu&aacute;rio (eficaz), n&atilde;o ser muito dif&iacute;cil de aprender e usar (eficiente) e motivar nos usu&aacute;rios uma resposta positiva ap&oacute;s o uso (satisfa&ccedil;&atilde;o). A maneira de se obter esta qualidade &eacute; aplicar um m&eacute;todo de desenvolvimento que seja centrado nos usu&aacute;rios e no uso pretendido, que utilize conhecimento pr&eacute;vio (como as recomenda&ccedil;&otilde;es de usabilidade que veremos a seguir) e que passe por diversas vers&otilde;es do artefatos, seguidas de testes e corre&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>No contexto das comunidades virtuais podemos destacar alguns impactos positivos da boa usabilidade:</p>
<ul>
<li><em>Suportar criatividade</em>: usu&aacute;rios que      dedicam menos esfor&ccedil;o aprendendo e usando a interface da comunidade, podem      dedicar mais energia nas suas atividades na comunidade e ser mais      criativos. Al&eacute;m disso, a atitude positiva, de satisfa&ccedil;&atilde;o com o uso, deixa      os usu&aacute;rios em um estado emocional prop&iacute;cio para as atividades criativas      (Norman, 2004)</li>
<li><em>Aumentar produtividade</em>: como os      usu&aacute;rios entendem mais rapidamente o software e este est&aacute; bem adaptado as      suas tarefas, eles tem maior produtividade.</li>
<li><em>Fazer as pessoas se sentirem bem</em>:      quando os usu&aacute;rios entendem rapidamente uma ferramenta, s&atilde;o produtivos e      conseguem se dedicar &agrave;s suas metas finais, eles se sentem bem. </li>
</ul>
<p>Usabilidade pobre, por sua vez, pode trazer conseq&uuml;&ecirc;ncias indesej&aacute;veis para os membros da comunidade:</p>
<ul>
<li><em>Levar &agrave; frustra&ccedil;&atilde;o</em>: usu&aacute;rios que n&atilde;o aprendem a usar o software, que percebem que as interfaces n&atilde;o est&atilde;o bem projetadas para as suas tarefas, que cometem muitos erros, tendem a estar frustrados;</li>
<li><em>Desperdi&ccedil;a tempo, energia e dinheiro.</em></li>
</ul>
<h3>Recomenda&ccedil;&otilde;es para Sociabilidade</h3>
<p>No quadro abaixo apresentamos uma compila&ccedil;&atilde;o de recomenda&ccedil;&otilde;es para sociabilidade de comunidades virtuais:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p>&Aacute;rea</p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Recomenda&ccedil;&atilde;o</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>Prop&oacute;sito</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Definir claramente a comunidade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Dar um nome significativo</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Escrever um documento &ldquo;Prop&oacute;sito&rdquo; - p&aacute;gina web com   informa&ccedil;&atilde;o adicional ao Prop&oacute;sito e que n&atilde;o o contradiga</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>Pessoas:   Acesso e pap&eacute;is</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Descrever claramente requisitos t&eacute;cnicos de acesso</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Decidir se especialistas e moderadores ser&atilde;o   necess&aacute;rios</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>Pessoas:   Comunica&ccedil;&atilde;o Efetiva</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Suportar presen&ccedil;a pessoal (mesmo a an&ocirc;nima)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Estabelecer experi&ecirc;ncia de bases compartilhadas (ver   propriedade intelectual)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Encorajar empatia, confian&ccedil;a e coopera&ccedil;&atilde;o</p>
<ul>
<li>Focar no tema</li>
<li><em>Emoticons</em><em>&nbsp;</em></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Desenvolver pol&iacute;ticas para encorajar as   recomenda&ccedil;&otilde;es anteriores</p>
<ul>
<li>Desencorajar <em>spam</em>, <em>flaming</em>, agress&atilde;o e outros</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>Pol&iacute;ticas:   Inscri&ccedil;&atilde;o</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Considere ter uma pol&iacute;tica de inscri&ccedil;&otilde;es</p>
<ul>
<li>Assuntos sens&iacute;veis</li>
<li>Expertise necess&aacute;ria</li>
<li>Se se quer ou n&atilde;o gente de fora</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Determine se visitantes ser&atilde;o recebidos</p>
<ul>
<li>Sempre</li>
<li>Por tempo determinado</li>
<li>Para alguns conte&uacute;dos ou a&ccedil;&otilde;es</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>Pol&iacute;ticas:   Governan&ccedil;a</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Quem vai governar: donos ou membros?</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Decida o n&iacute;vel de livre-express&atilde;o aceito</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Estabele&ccedil;a netiqueta</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Defina regras para vota&ccedil;&otilde;es e outros processos que   precisem de participa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Fa&ccedil;a com que as regras sejam seguidas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>Pol&iacute;ticas:   Confian&ccedil;a e Seguran&ccedil;a</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Proteja informa&ccedil;&atilde;o confidencial</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Se   existir transa&ccedil;&atilde;o comercial, pol&iacute;tica de seguran&ccedil;a de cart&otilde;es de cr&eacute;dito</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Disclaimer de que n&atilde;o se garante a aplica&ccedil;&atilde;o das   informa&ccedil;&otilde;es geradas na comunidade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Declara&ccedil;&atilde;o de direitos autorais, proteger   propriedade intelectual</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="135" valign="top">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td width="284" valign="top">
<p>Estabelecer uma pol&iacute;tica ou procedimento para   encorajar e suportar a confian&ccedil;a (ex.: Mercado Livre)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quadro 1. Recomenda&ccedil;&otilde;es para Sociabilidade de Comunidades Virtuais</p>
<p><strong>Recomenda&ccedil;&otilde;es para Usabilidade de Comunidades Virtuais</strong></p>
<p>No quadro abaixo apresentamos uma compila&ccedil;&atilde;o de recomenda&ccedil;&otilde;es para usabilidade de comunidades virtuais (apesar de v&aacute;rias serem aplic&aacute;veis tamb&eacute;m a outros tipos de interfaces):</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p>&Aacute;rea</p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Recomenda&ccedil;&atilde;o</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>Usabilidade   Web: Navega&ccedil;&atilde;o</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>P&aacute;ginas em html simples, de prefer&ecirc;ncia sem frames   (&ldquo;quadros&rdquo;)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Evite p&aacute;ginas &oacute;rf&atilde;s</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Evite p&aacute;ginas muito longas, muito espa&ccedil;o em branco</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Forne&ccedil;a suporte &agrave; navega&ccedil;&atilde;o</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Evite usar menus com muitos n&iacute;veis hier&aacute;rquicos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Estabele&ccedil;a um look&amp;feel consistente em todas as   p&aacute;ginas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>Usabilidade   Web: Acesso</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Evite URLs complexas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Use cores padr&atilde;o para os <em>links</em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Conceba as p&aacute;ginas de modo a evitar tempos longos   de <em>download</em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>Usabilidade   Web: Projeto da Informa&ccedil;&atilde;o</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Remova informa&ccedil;&atilde;o desatualizada</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Apresente texto de forma efetiva para a web</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Evite o uso excessivo de cor</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Limite o uso gratuito de gr&aacute;ficos e anima&ccedil;&otilde;es</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Procure ser consistente</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>Software   de Comunica&ccedil;&atilde;o: Download e Inscri&ccedil;&atilde;o</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Se existe software para &ldquo;baixar&rdquo; (<em>download</em>):</p>
<ul>
<li>Forne&ccedil;a informa&ccedil;&otilde;es claras sobre   os requisitos t&eacute;cnicos para rodar o software</li>
<li>Inclua instru&ccedil;&otilde;es claras para <em>download</em> e instala&ccedil;&atilde;o</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Inscri&ccedil;&atilde;o e <em>login</em>:</p>
<ul>
<li>Inscri&ccedil;&atilde;o simples e em poucos   passos</li>
<li>Descrever processo de inscri&ccedil;&atilde;o   passo-a-passo</li>
<li>Mecanismo de recupera&ccedil;&atilde;o de   senha</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>Software   de Comunica&ccedil;&atilde;o: Comunica&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Desenvolva modelos conceituais claros para usu&aacute;rios   com diferentes n&iacute;veis de experi&ecirc;ncia</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Forne&ccedil;a mecanismos de edi&ccedil;&atilde;o (ortografia, fontes,   s&iacute;mbolos)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Possibilite a comunica&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e inten&ccedil;&otilde;es   (ex.: dicion&aacute;rio de <em>emoticons</em>)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Suporte diferentes n&iacute;veis de experi&ecirc;ncia (ex.:   edi&ccedil;&atilde;o simples e edi&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;ada separadas)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Proteja direitos dos usu&aacute;rios</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Fa&ccedil;a com que a comunica&ccedil;&atilde;o seja f&aacute;cil de acompanhar</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Deixe clara a rela&ccedil;&atilde;o entre os avatares e a   conversa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>Software   de Comunica&ccedil;&atilde;o: Procurando pessoas e informa&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Possibilite buscas por palavras-chave</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Fa&ccedil;a distin&ccedil;&atilde;o entre mensagens lidas e n&atilde;o-lidas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="171" valign="top">
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
</td>
<td width="243" valign="top">
<p>Identifique relacionamentos entre mensagens</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quadro 2. Recomenda&ccedil;&otilde;es para Usabilidade de Comunidades Virtuais</p>
<p><strong>Princ&iacute;pios de Projeto para Comunidades Virtuais (Wenger et al., 2006)</strong></p>
<h4><em>Projetar para a facilidade de aprendizagem e uso</em></h4>
<p>Raramente a participa&ccedil;&atilde;o em uma comunidade virtual &eacute; a principal prioridade na vida de algu&eacute;m. Esta &eacute; mais uma raz&atilde;o para darmos &ecirc;nfase &agrave; simplicidade. Como as pessoas n&atilde;o disp&otilde;em de muito tempo para investir na participa&ccedil;&atilde;o da comunidade, se elas encontrarem uma interface dif&iacute;cil de aprender e de usar poder&atilde;o desistir facilmente. Estudos demonstram tamb&eacute;m que quando a dificuldade de uso da tecnologia &eacute; grande, a participa&ccedil;&atilde;o diminui &ndash; e participa&ccedil;&atilde;o &eacute; o principal fator de sucesso de uma comunidade. Assim, adotar ferramentas com as quais os usu&aacute;rios est&atilde;o familiarizados tem a vantagem da transfer&ecirc;ncia de conhecimento de uso que eles podem fazer, uma vez que j&aacute; as usaram em outros contextos. A toler&acirc;ncia &agrave; novidade aumenta com a percep&ccedil;&atilde;o de ganhos adicionais e deve ser trabalhada gradualmente.</p>
<h4><em>Projetar para evolu&ccedil;&atilde;o</em></h4>
<p>Cada parte do ciclo-de-vida de uma comunidade tem necessidade distintas. Adicionalmente, uma comunidade virtual funciona de maneira bastante diferente de uma equipe de projeto. Enquanto uma equipe de projeto tem uma atividade estruturada para executar, com etapas e metas bem definidas, uma comunidade &eacute; uma jornada de descobertas. Nesta jornada as comunidades se reinventam, sendo imposs&iacute;vel saber a priori o que vai acontecer, e precisam de recursos novos. Projetar &ldquo;a mais&rdquo; pode atrapalhar o est&aacute;gio atual da comunidade. Uma maneira de monitorar novas necessidades &eacute; prestar aten&ccedil;&atilde;o nas lideran&ccedil;as que sintetizam o ponto de vista dos participantes.</p>
<h4><em>Projetar para &ldquo;estar &agrave; m&atilde;o&rdquo;</em></h4>
<p>Membros de uma comunidade geralmente n&atilde;o trabalham juntos, em um mesmo espa&ccedil;o f&iacute;sico. Mas compartilham um assunto de interesse comum que &eacute; discutido na comunidade e que muitas vezes tem rela&ccedil;&atilde;o direta com seu trabalho. Para que solu&ccedil;&otilde;es discutidas na comunidade tenham suas chances de serem aplicadas no trabalho de cada um dos membros, eles devem sentir que elas est&atilde;o &ldquo;a um clique de dist&acirc;ncia&rdquo; e n&atilde;o &ldquo;muito longe&rdquo;. A integra&ccedil;&atilde;o ao <em>email</em> das discuss&otilde;es da comunidade &eacute; uma poss&iacute;vel solu&ccedil;&atilde;o. O desafio que se coloca &agrave;s tecnologias de suporte a comunidades &eacute; estar dispon&iacute;vel em qualquer lugar, em qualquer dispositivo.</p>
<h4><em>Projetar do ponto de vista dos usu&aacute;rios</em></h4>
<p>A raz&atilde;o de ser das comunidades virtuais n&atilde;o &eacute;, via de regra, o fasc&iacute;nio com a tecnologia de comunidades em si. E vamos projetar comunidades, mas n&atilde;o podemos esquecer do fato de que as experi&ecirc;ncias s&atilde;o individuais. Cada indiv&iacute;duo tem diferentes necessidades, objetivos de aprendizagem e profici&ecirc;ncia na tecnologia, e devemos mapear e projetar para esta variabilidade. Um fator importante em comunidades s&atilde;o as diferentes intensidades de participa&ccedil;&atilde;o de seus membros, e que cada uma &eacute; legitima e deve ser apropriadamente suportada.</p>
<h3>Coment&aacute;rios</h3>
<p>Este breve artigo procurou introduzir a import&acirc;ncia das qualidades usabilidade e sociabilidade no contexto das comunidades virtuais. Cada grupo de pessoas que decide colaborar &ldquo;estabelece um conjunto de padr&otilde;es de comportamento que determinam as metas do grupo (assunto e prioridades), a maneira como os membros se relacionam entre eles (comportamentos aceit&aacute;veis, processos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, hierarquias funcionais e pap&eacute;is), os valores que eles respeitam e mesmo algumas vezes a ado&ccedil;&atilde;o de uma certa escola de pensamento em sua pr&aacute;tica&rdquo; (Castro, 2006) Desta forma, as recomenda&ccedil;&otilde;es para sociabilidade e usabilidade s&atilde;o determinantes para o sucesso de uma comunidade virtual.</p>
<p>O trabalho de defini&ccedil;&atilde;o de qualidades desej&aacute;veis de um artefato e de t&eacute;cnicas e conhecimentos (tais como as recomenda&ccedil;&otilde;es apresentadas neste artigo) s&atilde;o um passo para trazer ci&ecirc;ncia para a concep&ccedil;&atilde;o destes artefatos. Este tipo de contribui&ccedil;&atilde;o permite diferenciar de processo emp&iacute;rico e puramente darwinista, para um processo baseado em melhores pr&aacute;ticas, e na pr&aacute;tica reflexiva do design.</p>
<h3><strong>Refer&ecirc;ncias</strong></h3>
<p>Castro, Cornejo. <strong>Revisiting Communities of Practice: From fishermen to the global village. </strong><a href="http://www.knowledgeboard.com/download/3324/CoPsrevisited.pdf">http://www.knowledgeboard.com/download/3324/CoPsrevisited.pdf</a></p>
<p>Lazar, J. e Preece, J. (2002) <strong>Online Communities: Usability, Sociability and Users&rsquo; Requirements</strong>. In H. van Oostendorp, <em>Cognition in the Digital World</em>. Lawrence Erlbaum Associates Inc. Publishers. Mahwah: NJ. 127-151</p>
<p>Norman, D. <strong>Emotional Design: Why we love (or hate) everyday things</strong>. Basic Books, 2004.</p>
<p>Preece, J<strong>. Online Communities: Designing Usability</strong>, <strong>Supporting Sociability</strong>. John Wiley &amp; Sons, 2001.</p>]]></content></entry><entry><title>Projeto: Redes Sociais na Educação</title><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2010/3/26/projeto-redes-sociais-na-educaco.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2010/3/26/projeto-redes-sociais-na-educaco.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2010-03-27T01:12:27Z</published><updated>2010-03-27T01:12:27Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span class="full-image-block ssNonEditable"><span><a href="http://www.sensus.net.br/"><img src="http://www.usabiliza.com/storage/logo_sensus.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1270056364343" alt="" /></a></span></span></p>
<p>A Usabiliza foi contratada para participar de um projeto da <a href="http://www.sensus.net.br/">Sensus</a>&nbsp;com o foco em desenvolver uma plataforma de redes sociais seguras e f&aacute;ceis de usar para escolas.</p>
<p>A abordagem inicialmente tratou de <strong>segmentar o p&uacute;blico-alvo em contextos de us</strong><strong>o</strong>: Educa&ccedil;&atilde;o Infantil, Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais), M&eacute;dio e Superior.&nbsp;</p>
<p>Para cada um destes contextos de uso foram identificados os <strong>perfis de usu&aacute;rios</strong> (pais, alunos, professores) e <strong>as metas</strong> deles no uso da rede social (participar da vida escolar do filho; fazer trabalhos em grupo; mediar as discuss&otilde;es dos alunos).</p>
<p>A proposta de perfis, metas e como suport&aacute;-las na plataforma de redes sociais &eacute; feita a partir de um <strong>benchmarking</strong> de experi&ecirc;ncias do mesmo tipo em todo mundo e tamb&eacute;m de <strong>pesquisa etnogr&aacute;fica r&aacute;pida</strong> nas escolas&nbsp;(para entender a cultura espec&iacute;fica e como o uso de redes sociais pode se encaixar nessa cultura).</p>
<p>Na sequ&ecirc;ncia do projeto as <strong>propostas de tarefas a serem suportadas</strong> na rede social escolar e as i<strong>nterfaces com os usu&aacute;rio ser&atilde;o projetada</strong>s e passar&atilde;o por um processo de valida&ccedil;&atilde;o e ajustes em projetos-piloto em escolas, envolvendo <strong>testes de usabilidade com usu&aacute;rios</strong>.&nbsp;</p>]]></content></entry><entry><title>Humor: Dilbert sobre interfaces e ambiguidade...</title><category term="humor"/><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2010/3/14/humor-dilbert-sobre-interfaces-e-ambiguidade.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2010/3/14/humor-dilbert-sobre-interfaces-e-ambiguidade.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2010-03-15T00:14:46Z</published><updated>2010-03-15T00:14:46Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<p><span class="full-image-block ssNonEditable"><span><a href="http://www.usabiliza.com/storage/dilbert%20e%20interfaces.png"><img style="width: 400px;" src="http://www.usabiliza.com/storage/dilbert e interfaces.png?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1269441105702" alt="" /></a></span></span>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.usabiliza.com/storage/dilbert%20e%20interfaces.png">Abrir quadrinho</a></p>]]></content></entry><entry><title>Projeto: Central de Controle de Semáforos</title><category term="projeto"/><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2009/9/13/projeto-central-de-controle-de-semaforos.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2009/9/13/projeto-central-de-controle-de-semaforos.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2009-09-13T21:05:00Z</published><updated>2009-09-13T21:05:00Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[A  Usabiliza está desenvolvendo a avaliação e concepção das interfaces com o usuário do projeto CONTREAL (Controladores Semafóricos e Centrais de Controle de Tráfego Urbano em Tempo Real).<br/><br/>Este projeto envolve o <a title="DAS - UFSC" href="http://www.das.ufsc.br/das/index.php">Departamento de Automação e Sistemas - DAS</a> da UFSC e a <a title="Atta" href="http://www.attatrafego.com.br/index.html">Atta Automação em Transportes Ltda</a>.<br/><br/>As atividades incluem avaliação das interfaces existentes, benchmarking, oportunidades de melhoria, análise da tarefa, prototipação e avaliação com usuários.]]></content></entry><entry><title>Tradução: "Vendendo Usabilidade: Táticas de Infiltração da Experiência do Usuário" de John Rohdes para o UXPod</title><category term="prática"/><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2009/6/27/traduco-vendendo-usabilidade-taticas-de-infiltraco-da-experi.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2009/6/27/traduco-vendendo-usabilidade-taticas-de-infiltraco-da-experi.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2009-06-28T02:01:42Z</published><updated>2009-06-28T02:01:42Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Gerry Gaffney:</div>
<p>Assinei o podcast&nbsp;<a title="UXPod" href="http://www.infodesign.com.au/uxpod" target="_self">UXPod</a> tem algum tempo e ouvi alguns epis&oacute;dios. &Eacute; um podcast sobre experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio ("User eXperience - UX") e que tem como seu formato b&aacute;sico trazer profissionais da &aacute;rea e entrevist&aacute;-los.</p>
<p>Abaixo trago minha tradu&ccedil;&atilde;o livre do epis&oacute;dio "<a title="Entrevista ingl&ecirc;s John Rohdes" href="http://www.infodesign.com.au/uxpod/johnrhodes">Selling Usabiliy - An Interview with John Rohdes</a>" (Vendendo Usabilidade - Uma Entrevista com John Rohdes"). Fiquei motivado a divulgar este material porque v&aacute;rios pontos bateram com minha experi&ecirc;ncia em usabilidade: <strong>temos alma de acad&ecirc;micos, usamos termos esot&eacute;ricos como "avalia&ccedil;&atilde;o heur&iacute;stica" e n&atilde;o sabemos muitas vezes nos alinhar com as metas de neg&oacute;cio.</strong><br /><br />Leia a seguir a tradu&ccedil;&atilde;o da transcri&ccedil;&atilde;o deste podcast.<br /><br />Gerry Gaffney:<br /><br />Eu sou Gerry Gaffney com o podcast sobre Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio (UXPod). Meu convidado de hoje criou o blog sobre usabilidade Webword em 1998, apesar de naquela &eacute;poca a palavra "blog" n&atilde;o ter ainda realmente entrado no uso comum.<br /><br />Ele &eacute; bacharel em Administra&ccedil;&atilde;o e tem mestrados em Filosofia, e Psicologia Experimental e Cognitiva.<br /><br />Mais recentemente ele tem se envolvido com o conceito de vender usabilidade. Ele publicou recentemente um livro: Vendendo Usabilidade: T&aacute;ticas de Infiltra&ccedil;&atilde;o da Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio .<br /><br />John Rohdes, bem-vindo ao podcast sobre Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio (UXPod).<br /><br />John Rohdes:<br /><br />Gerry, obrigado por me convidarem ...<br /><br />Gerry:<br /><br />Diga-me, como &eacute; que voc&ecirc; come&ccedil;ou a se interessar sobre usabilidade?<br /><br />John:<br /><br />... Tenho v&aacute;rias forma&ccedil;&otilde;es acad&ecirc;micas, e havia um cara em uma das minhas aulas de filosofia (eu tenho um mestrado em filosofia) ... Ele me disse: "Voc&ecirc;s n&atilde;o tem uma forma&ccedil;&atilde;o em administra&ccedil;&atilde;o?". Eu disse "tenho mesmo, eu tenho um diploma de bacharel em administra&ccedil;&atilde;o com concentra&ccedil;&atilde;o em sistemas de informa&ccedil;&atilde;o." Ele continuou: "Bem, por que voc&ecirc; est&aacute; na filosofia?" E a resposta real &eacute; bastante simples - o programa era interdisciplinar, envolvia computadores, ci&ecirc;ncia cognitiva, e tratavam bastante de an&aacute;lise computacional e aprendizagem autom&aacute;tica.<br /><br />Ele disse: "Olha, voc&ecirc; est&aacute; fazendo todas essas coisas de ponta em matem&aacute;tica e l&oacute;gica, voc&ecirc; tem sua forma&ccedil;&atilde;o em administra&ccedil;&atilde;o, h&aacute; provavelmente algo no meio para voc&ecirc;", e ele come&ccedil;ou a falar sobre a intera&ccedil;&atilde;o humano-computador. Eu disse: "Isso parece muito interessante".<br /><br />Ent&atilde;o fui para o Departamento de Psicologia, e encontrei um professor, um doutor l&aacute; na &eacute;poca, que estava realmente estudando falha da mem&oacute;ria humana, bem como a intera&ccedil;&atilde;o humano-computador, bem como os 'human-factors'. E ele disse: "O seu lugar &eacute; no meu laborat&oacute;rio. Vamos executar alguns experimentos. Venha pra c&aacute;, fa&ccedil;a um outro mestrado e, talvez, um doutorado " [Risos] Eu n&atilde;o fiz o doutorado, acabei fazendo outro mestrado.<br /><br />Gerry:<br /><br />&Eacute; engra&ccedil;ado que voc&ecirc; fale sobre pessoas vindo para a usabilidade por caminhos tortuosos. Isso n&atilde;o &eacute; incomum e, talvez, seja parte da raz&atilde;o pela qual n&atilde;o sejamos todos bons em divulgar e promover nossos servi&ccedil;os. Uma das coisas que voc&ecirc; diz em seu livro - voc&ecirc; sugere que na realidade praticantes de UX n&atilde;o s&atilde;o bons em divulgar seus servi&ccedil;os profissionais dentro das organiza&ccedil;&otilde;es. E eu queria perguntar por que voc&ecirc; pensou que isso &eacute; assim.<br /><br />John:<br /><br />&Eacute; um pouco contra-intuitivo. Gostei do tema que voc&ecirc; introduziu, &eacute; muito bom porque as pessoas se tornam profissionais de usabilidade ou de experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio por diferentes caminhos. H&aacute; uma grande, grande variedade de caminhos que voc&ecirc; pode tomar ... Creio, e isso &eacute; uma convic&ccedil;&atilde;o baseada na minha experi&ecirc;ncia pessoal e falando com outras pessoas, isso &eacute; resultado de os profissionais de usabilidade serem quase demasiado passionais e muito envolvidos com seu trabalho.<br /><br />Muitos profissionais de usabilidade s&atilde;o na verdade acad&ecirc;micos. Eles est&atilde;o tentando chegar &agrave; raiz de um problema. Eles realmente gostam de reclamar, n&eacute;? Portanto, &eacute; dif&iacute;cil promover e explicar alguma coisa de uma perspectiva positiva, se chegarmos soando ou agindo como reclamadores. N&atilde;o estamos reclamando, mas soa como se estiv&eacute;ssemos reclamando.<br /><br />Eu tamb&eacute;m vejo que em termos de caracter&iacute;sticas de personalidade muitos profissionais de UX s&atilde;o introvertidos, ou um pouco introvertidos. Eles n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o soci&aacute;veis como, por exemplo, pessoal de vendas e marketing ou gestores de produto. Muitas vezes, os profissionais de usabilidade s&atilde;o calmos, eles s&atilde;o cautelosos, eles pensam as coisas de formas cient&iacute;ficas, at&eacute; mesmo no m&eacute;todo cient&iacute;fico. E na ess&ecirc;ncia eu acho que muitos de n&oacute;s s&atilde;o acad&ecirc;micos, ou estamos procurando - voc&ecirc; sabe, a verdade e a justi&ccedil;a [risos], e n&atilde;o tanto o lucro.<br /><br />Gerry:<br /><br />Sim, pessoas que nunca acreditam em mim quando eu digo que n&atilde;o gosto de pessoas.<br /><br />John:<br /><br />[Risos]. Certo. Eu digo que n&atilde;o gosto de tecnologia, mas isso &eacute; meio limitante.<br /><br />Gerry:<br /><br />Uma coisa que certamente soou verdadeiro para mim quando eu estava lendo o seu livro recentemente; voc&ecirc; fala sobre sermos prejudicados pela nossa pr&oacute;pria terminologia e jarg&atilde;o. Eu acho que n&oacute;s usamos termos como - "avalia&ccedil;&atilde;o heur&iacute;stica" &eacute; provavelmente o exemplo cl&aacute;ssico. Mas sem d&uacute;vida isto &eacute; algo no que, dado o que pregamos para os outros, dever&iacute;amos ser bons.<br /><br />John:<br /><br />Certo. Ent&atilde;o, n&oacute;s somos bons em falar quando estamos falando. Por isso, quando falamos com algu&eacute;m em uma conversa um-para-um e, &agrave;s vezes, com um grupo maior, mas com certeza um-para-um, n&oacute;s somos muito f&aacute;ceis de conversar. N&oacute;s somos bons ouvintes em geral, temos empatia. &Eacute; algo que temos desenvolvido com o passar dos anos.<br /><br />Mas tem um monte de vezes em que ainda &eacute; muito acad&ecirc;mico e cient&iacute;fico. Esse &eacute; um tra&ccedil;o de personalidade que acaba por nos dificultar. E a linguagem que usamos - usamos coisas sofisticadas, somos muitas vezes muito bem educados tamb&eacute;m. Olha, eu sou um bom exemplo, eu tenho um bacharelado e dois mestrados. Muitas das melhores pessoas, os l&iacute;deres, as pessoas que est&atilde;o falando, s&atilde;o muito educados e, muito honestamente, &eacute; dif&iacute;cil fazer uma esp&eacute;cie de rebaixamento de onde n&oacute;s estamos t&atilde;o envolvidos.<br /><br />Outra coisa &eacute; que n&oacute;s tentamos arduamente fazer outras pessoas acreditar que aquilo que fazemos &eacute; bom e inteligente. A moeda que comerciamos n&atilde;o &eacute; dinheiro, s&atilde;o id&eacute;ias e valores e conceitos. Novamente, isso tem suas ra&iacute;zes no meio acad&ecirc;mico. Se eu te convencer de uma coisa, Gerry ... por exemplo, se eu digo h&aacute; X, Y e Z que provoca A B C, se eu te convencer disso, &eacute; algo que vale muito. &Eacute; a mesma coisa que quando eu publico uma entrada no blog, ou um artigo em uma revista acad&ecirc;mica. Quando eu fa&ccedil;o isso, e algu&eacute;m diz "isso foi um grande trabalho", isso &eacute; uma enorme recompensa, e &eacute; muito mais recompensador do que uma recompensa financeira.<br /><br />Por isso soamos como professores, agimos como se vi&eacute;ssemos da torre de marfim, e somos muitas vezes espertos demais para o nosso pr&oacute;prio bem, ironicamente.<br /><br />Gerry:<br /><br />O subt&iacute;tulo do seu livro, John, &eacute; a "T&aacute;ticas de Infiltra&ccedil;&atilde;o da Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio ". Para mim, isto implica, e na verdade voc&ecirc; diz especificamente no livro, que as empresas realmente n&atilde;o se preocupam com a experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio. Voc&ecirc; acha que esse &eacute; o caso - elas n&atilde;o se importam com isso?<br /><br />John:<br /><br />Sim, &eacute; uma quest&atilde;o e reposta com dois lados, por isso vou direto a eles. As empresas realmente n&atilde;o se preocupam com a experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio e usabilidade, n&atilde;o mais do que, por exemplo, eles se preocupam com, digamos, termodin&acirc;mica ou eletricidade. Uma empresa n&atilde;o se preocupa com a eletricidade. Usabilidade &eacute; um meio para chegar a um fim para as empresas, isso quando elas chegam a pensar nisso dessa maneira.<br /><br />As empresas se preocupam com os lucros, eles se preocupam com a satisfa&ccedil;&atilde;o dos clientes, eles se preocupam com a participa&ccedil;&atilde;o de mercado. E realmente &eacute; nosso trabalho -, temos de usar nossas compet&ecirc;ncias de usabilidade aqui - &eacute; nosso trabalho saber o que gerentes, pessoal de marketing, equipes de produto, e talvez VPs e CEOs - o que eles precisam. Dever&iacute;amos estar posicionando o que fazemos para ajud&aacute;-los, e ajudar a impulsionar os lucros e a receita.<br /><br />Portanto, isso n&atilde;o &eacute; realmente uma quest&atilde;o de anti-usabilidade, certo? N&atilde;o &eacute; um problema para eles resolverem. N&atilde;o &eacute; que eles sejam contra a usabilidade. O problema &eacute; realmente o problema de cada profissional de usabilidade. &Eacute; cada profissional de experi&ecirc;ncia de usu&aacute;rio olhando para isso, e precisamos botar nossas cacholas para funcionar, precisamos inverter o problema e dizer "O que podemos fazer para nos tornarmos mais afinados com o neg&oacute;cio?".<br /><br />Esse &eacute; o desafio. N&atilde;o estou tentando sugerir que as empresas n&atilde;o se preocupam com a experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio. Eles se preocupam com os resultados do que fazemos muito, muito mesmo, e n&oacute;s precisamos realmente encontrar maneiras boas para traduzir as nossas realiza&ccedil;&otilde;es e nossas entregas para qualquer coisa que fa&ccedil;a sentido para as pessoas que realmente est&atilde;o atr&aacute;s de clientes, do aumento da participa&ccedil;&atilde;o de mercado e do lucro.<br /><br />Gerry:<br /><br />Isso soa verdadeiro tamb&eacute;m. Uma das coisas que eu certamente encontro ao viajar, especialmente falando com praticantes mais jovens, menos cansados talvez [risos] &eacute; que eles muitas vezes dizem "Por que as pessoas n&atilde;o entendem a gente? Por que minha empresa n&atilde;o faz isso? " E, &eacute; como se eles realmente precisem se virar e dizer, bem, como podemos nos comunicar melhor com esses neg&oacute;cios, eu acho.<br /><br />John:<br /><br />Gerry, na linha do que voc&ecirc; disse, e isto &eacute; algo que eu digo no livro: O que voc&ecirc; precisa fazer &eacute; considerar isto por um momento, especialmente se voc&ecirc; est&aacute; no jogo por alguns anos e voc&ecirc; meio que entende o que est&aacute; acontecendo e a paix&atilde;o come&ccedil;a a enfraquecer um pouco, e voc&ecirc; se sente como se voc&ecirc; n&atilde;o entendesse bem a raz&atilde;o pela qual as pessoas n&atilde;o entendem. A minha resposta, e eu tenho feito isso com algumas pessoas e funciona muito bem, &eacute; que eu digo "n&atilde;o sei o quanto voc&ecirc; recebe por ano, isso realmente n&atilde;o interessa, mas sim ter o seu sal&aacute;rio e multiplicar por cinco ou 10 vezes. " E depois eles d&atilde;o-me um olhar vazio e dizem "Porque &eacute; que isso &eacute; importante? Estou fazendo o meu trabalho ". Respondo "A empresa tem investido em voc&ecirc; e no que voc&ecirc; est&aacute; fazendo, e voc&ecirc; precisa dar um retorno de duas ou tr&ecirc;s vezes o seu sal&aacute;rio para que voc&ecirc; possa ser um ator fundamental no neg&oacute;cio." Se voc&ecirc; n&atilde;o estiver gerando esse valor, porque n&atilde;o eu n&atilde;o iria gastar este dinheiro em mais marketing, vendas ou contratar mais pessoas, ou ir para a equipe do produto e dizer "Construa um produto melhor." Apenas construir melhor algo, ir at&eacute; um engenheiro e gastar o dinheiro em engenharia.<br /><br />Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; coloca as coisas dessa forma meio que acende uma luz de que voc&ecirc; realmente precisa ir atr&aacute;s de seu trabalho ou do seu papel, quase como um centro de lucro. N&atilde;o como peso extra, n&atilde;o no sentido de que voc&ecirc; traz qualidade. Essa &eacute; uma boa forma de expressar e explicar para pessoas que est&atilde;o come&ccedil;ando a ficar um pouco cansadas.<br /><br />Gerry:<br /><br />Portanto, se a infiltra&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria para colocar usabilidade nas organiza&ccedil;&otilde;es, quais s&atilde;o as melhores maneiras de fazer infiltra&ccedil;&atilde;o ?<br /><br />John:<br /><br />... H&aacute; mais do que apenas um ou dois m&eacute;todos. Eu deliberadamente estruturei o livro com v&aacute;rios cap&iacute;tulos e v&aacute;rias t&eacute;cnicas. Mas, se eu tivesse que reduzir a apenas algumas coisas, e isso &eacute; dif&iacute;cil para eu fazer ... Acho que a minha t&aacute;tica favorita &eacute; o controle da documenta&ccedil;&atilde;o. Controlar a documenta&ccedil;&atilde;o por meio de atas de reuni&atilde;o, da cria&ccedil;&atilde;o de FAQs, do desenvolvimento de est&oacute;rias e estudos de caso, coisas dessa natureza.<br /><br />Porque quando voc&ecirc; controla a linguagem e as palavras e as est&oacute;rias da empresa, basicamente voc&ecirc; pode infiltrar usabilidade sem qualquer problema. Porque voc&ecirc; &eacute; o escritor, n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil de dizer "Ah, e por falar nisso, aqui est&aacute; um item de a&ccedil;&atilde;o que faz sentido para n&oacute;s consideramos, aqui vai uma id&eacute;ia que a equipe discutiu", ou n&atilde;o considerou, ou talvez voc&ecirc; referencie algo que a empresa tenha feito que tipo d&aacute; &agrave;s pessoas uma nova perspectiva sobre a experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio.<br /><br />Ent&atilde;o, eu realmente, realmente gosto de tomar o controle da documenta&ccedil;&atilde;o. H&aacute; ainda uma outra raz&atilde;o para isso tamb&eacute;m. Muita gente n&atilde;o gosta ou n&atilde;o tem prazer em escrever e documentar. Portanto, n&atilde;o s&oacute; se est&aacute; fazendo algo para aliviar a dor deles, o que &eacute; obviamente um grande plus, voc&ecirc; est&aacute; fazendo algo que lhe d&aacute; uma grande quantidade de alavancagem em sua organiza&ccedil;&atilde;o para ser capaz de injetar usabilidade em m&uacute;ltiplos locais.<br /><br />Gerry:<br /><br />O conceito de infiltra&ccedil;&atilde;o implica algo enganador. &Eacute; realmente algo que dever&iacute;amos estar promovendo?<br /><br />John:<br /><br />&Eacute; engra&ccedil;ado. O t&iacute;tulo original do livro era "T&aacute;ticas de Infiltra&ccedil;&atilde;o da Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio". E era para ser um livro muito provocador e chocante, porque muito do que podemos ver e ler &eacute; bastante mon&oacute;tono e entediante do ponto de vista de marketing e vendas. Tudo desde: - Como fa&ccedil;o um wireframe, como fa&ccedil;o a minha an&aacute;lise, &eacute; muito cient&iacute;fico, seco e chato. N&atilde;o para profissionais. N&atilde;o &eacute; chato para voc&ecirc; e eu, por exemplo, mas como um campo, como uma ind&uacute;stria, como uma pr&aacute;tica, n&atilde;o &eacute; muito empolgante. N&atilde;o &eacute; muito empolgante, n&atilde;o levanta a curiosidade. Al&eacute;m disso, por falar de infiltra&ccedil;&atilde;o, obriga as pessoas a pensar "Bem, como eu realmente abordo como me vender eu e aos meus servi&ccedil;os? Como fa&ccedil;o para interagir com outras pessoas na minha organiza&ccedil;&atilde;o? " Ou se voc&ecirc; &eacute; um consultor: quando estou falando com clientes, exatamente como eu sou visto? Ele obriga o profissional de usabilidade, ele nos obriga, como um campo mesmo, a avaliar de que forma interagimos com outras pessoas.<br /><br />Agora, em rela&ccedil;&atilde;o ao engano, o disfarce. N&atilde;o &eacute; realmente enganosa, eu n&atilde;o estou dizendo para fazer nada que seja enganador. N&atilde;o existe nenhuma t&aacute;tica no livro que esteja nem mesmo na zona cinzenta, ou certamente de "vil&atilde;o" ou desonestas de qualquer forma. Apenas tem objetivo de serem dirigidas para profissionais de usabilidade e experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio. O livro n&atilde;o &eacute; destinado a ser vendido para pessoas fora desse grupo. [Mas] n&atilde;o me sinto mal, se um gestor de produto ou CEO o lerem. Eles rapidamente perceberiam o que estou tentando fazer aqui.<br /><br />Gerry:<br /><br />Voc&ecirc; alguma vez pensou que talvez dev&ecirc;ssemos apenas deixar de usar a express&atilde;o "experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio" e "usabilidade" e qualquer que seja o chav&atilde;o atual, e basta dizer que estamos fazendo design?<br /><br />John:<br /><br />Eu tenho pensado nisso, e eu n&atilde;o sou um grande f&atilde; de certas palavras. Mas eu notei que com o passar do tempo n&atilde;o &eacute; um assunto muito importante para mim. Mas esta &eacute; a raz&atilde;o porque, e &eacute; um dos principais motivos: eu uso a linguagem, e eu uso o termo ou termos que a empresa quer que eu use. E realmente isso &eacute; uma t&aacute;tica de infiltra&ccedil;&atilde;o, &eacute; algo que eu destaco no livro. Eu digo "Olha, como &eacute; que as pessoas falam sobre clientes? Eles falam sobre clientes potenciais? Eles chamam de potenciais compradores? Qual &eacute; a verdadeira linguagem que a empresa utiliza? " Tem algumas pessoas talvez no departamento de qualidade, ou talvez as pessoas que est&atilde;o fazendo testes beta. Envolva-se nos grupos, onde voc&ecirc; pode ir e falar com essas pessoas e dizer "Ser&aacute; que isto faz sentido? Eu tenho beta testers?".<br /><br />N&atilde;o h&aacute; nada que diga que temos que adotar um determinado termo, que, Gerry, voc&ecirc; e eu usamos. Podemos dizer "usu&aacute;rio" ... O argumento que gostaria de fazer, a coisa que eu compreendi &eacute; que quando estou lidando com ... uma empresa como um consultor ou dentro da organiza&ccedil;&atilde;o, eu s&oacute; adoto a linguagem que eles querem que eu adote. Eu n&atilde;o vou fazer nada para promover um determinado tipo de linguagem, ou qualquer tipo de descri&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica de um usu&aacute;rio ou cliente. Eu simplesmente escuto, fa&ccedil;o algumas perguntas. Eu posso jogar algumas iscas, e eu adoto a linguagem deles. E isto &eacute; muito furtivo, mas eu te digo, &eacute; exatamente o tipo de coisa que funciona. Ado&ccedil;&atilde;o da linguagem deles &eacute; muito, muito poderoso. As pessoas te aceitam muito mais r&aacute;pido. Ao lerem os relat&oacute;rios eles entendem exatamente o que voc&ecirc; est&aacute; falando, para quem voc&ecirc; est&aacute; falando, e que voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; tentando redefinir um papel, responsabilidade ou indiv&iacute;duo em especial.<br /><br />Gerry:<br /><br />Ent&atilde;o isso &eacute; um passo muito pr&aacute;tico que as pessoas podem tomar ... que novamente deveria vir t&atilde;o naturalmente a n&oacute;s como profissionais, utilizar a linguagem do usu&aacute;rio. Mas se eu fosse te pedir, vamos cristalizar o que est&aacute; no livro: o que s&atilde;o alguns pequenos passos pr&aacute;ticos que profissionais devem fazer para promover o design da experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio?<br /><br />John:<br /><br />Primeiro e acima de tudo, eu realmente encorajo as pessoas, sejam elas novas em uma empresa, ou que tenham estado com uma empresa por um tempo, e se lerem o livro v&atilde;o ter um forte entendimento da verdadeira raz&atilde;o pela qual estou encorajando isto ... Basicamente, force a si pr&oacute;prio, e isto &eacute; um grande primeiro passo, a n&atilde;o falar sobre usabilidade, experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio, de forma alguma. E, a prop&oacute;sito, isso inclui essas palavras, mas inclui tamb&eacute;m qualquer tipo de linguagem ou jarg&atilde;o associada com as ferramentas que voc&ecirc; usa.<br /><br />Na verdade deveria ser uma miss&atilde;o para descobrir qual &eacute; a linguagem a ser utilizada, quais os indiv&iacute;duos na organiza&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m, realmente, o poder. H&aacute; alguma pol&iacute;tica envolvida aqui, &eacute; para obter um entendimento de quem controla o dinheiro, como ele flui, quais projetos s&atilde;o bem sucedidos ou n&atilde;o, e porqu&ecirc;.<br /><br />&Eacute; para obter um sentimento sobre como a organiza&ccedil;&atilde;o realmente funciona e eu digo isso, mesmo para pessoas que tenham estado em organiza&ccedil;&otilde;es por um tempo, voc&ecirc; precisa dar um passo para tr&aacute;s do seu papel e realmente tentar analisar - use suas compet&ecirc;ncias de usabilidade, use sua habilidades anal&iacute;ticas e de resolu&ccedil;&atilde;o de problemas, suas compet&ecirc;ncias para compreender exatamente a forma como a organiza&ccedil;&atilde;o opera, para no fim das contas satisfazer o cliente final.<br /><br />Ent&atilde;o, voc&ecirc; tem seus clientes internos e, por falar nisso - este &eacute; uma r&aacute;pida digress&atilde;o. Muitos profissionais de usabilidade est&atilde;o tentando satisfazer o seu cliente interno. Eles est&atilde;o tentando satisfazer um gerente de produto, um VP, ou algu&eacute;m mais na sua organiza&ccedil;&atilde;o. Em vez disso, d&ecirc; aquele passo atr&aacute;s e olhe como as outras pessoas na organiza&ccedil;&atilde;o est&atilde;o satisfazendo o derradeiro objetivo final de chegar ao cliente e entregar de um produto. E ent&atilde;o voc&ecirc; pode come&ccedil;ar devagar a injetar suas habilidades, seu trabalho, suas ferramentas, nos lugares certos.<br /><br />Voc&ecirc; est&aacute; fazendo quase uma an&aacute;lise de neg&oacute;cios de todo o espectro desde "Ei, sabemos que temos alguma necessidade no mercado" todo o caminho at&eacute; o produto ou servi&ccedil;o tenha sido entregue e agora est&aacute; sendo suportado. Voc&ecirc; precisa fazer essa an&aacute;lise com os olhos abertos.<br /><br />Se voc&ecirc; tiver um laborat&oacute;rio, se voc&ecirc; trabalhar em um laborat&oacute;rio de usabilidade, saia do laborat&oacute;rio e circule para conversar com as pessoas. E ent&atilde;o escute. Escute atentamente. Agende aquelas reuni&otilde;es, com gente como os gestores de produto, caso voc&ecirc; n&atilde;o tenha ainda. Fale com gerentes de produto. Converse com as pessoas que est&atilde;o perto do cliente. Essa &eacute; uma das etapas posteriores, depois de fazer algumas an&aacute;lises. Entenda quem faz o qu&ecirc;, inicie, tanto quanto poss&iacute;vel, a interagir com as pessoas que interagem mais diretamente com o cliente. E, a prop&oacute;sito, muitas vezes existem dois tipos de clientes. H&aacute; um cliente que compra, o cliente que gasta o dinheiro realmente adquirindo o seu produto, bem ou servi&ccedil;o, e voc&ecirc; tem o usu&aacute;rio final, o cliente final, a pessoa que, em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, utiliza o produto.<br /><br />Ent&atilde;o voc&ecirc; quer encontrar as pessoas na sua organiza&ccedil;&atilde;o, a sua empresa, a sua empresa, que est&atilde;o mais perto interagindo com os compradores econ&ocirc;micos, bem como as pessoas que s&atilde;o, em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, os usu&aacute;rios finais, os clientes finais.<br /><br />Basta fazer isso, especialmente se voc&ecirc; tem o olhar certo, que um mundo inteiro vai se abrir para voc&ecirc;, em termos daquilo que voc&ecirc; pode ir atr&aacute;s e como voc&ecirc; pode aplicar suas habilidades de usabilidade.<br /><br />Gerry:<br /><br />Devo dizer, John, gostei muito do livro. Como ele est&aacute; indo? Ele acabou de ser lan&ccedil;ado, poucas semanas eu acho.<br /><br />John:<br /><br />Est&aacute; indo bem. Vendas s&oacute;lidas. Em termos de feedback real e opini&otilde;es, a comunidade em geral tem sido muito, muito receptiva a este livro. Ele foi comparado, e eu meio que coro, mas vou diz&ecirc;-lo, ele foi comparado com "Don't Make me Think" [de Steve Krug].<br /><br />Algo que voc&ecirc; realmente precisa, se voc&ecirc; estiver neste jogo, voc&ecirc; realmente precisa ler um livro como este. E n&atilde;o ser o tipo de livro que j&aacute; existe, que se baseia em custo-benef&iacute;cio. Esta rota, o ataque frontal, claramente n&atilde;o funciona. &Eacute; evidente que n&atilde;o funciona com base no feedback que as pessoas est&atilde;o me dando, [e] com base na minha pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia - h&aacute; uma necessidade de vender mais eficazmente usabilidade. E este &eacute; realmente o &uacute;nico livro que fala sobre esse tipo de t&aacute;tica, a abordagem sutil, por tr&aacute;s do palco.<br /><br />Gerry:<br /><br />Iremos, evidentemente, incluir um link para o seu livro<a title="livro Selling Usability" href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/1442103736/informdesign"> Vendendo Usabilidade: T&aacute;ticas de Infiltra&ccedil;&atilde;o da Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio (em ingl&ecirc;s)</a>.<br /><br />Embora eu raramente inclua material promocional, voc&ecirc; tamb&eacute;m encontrar&aacute; um link para o livro&nbsp;<a title="livro Forms That Work" href="http://tinyurl.com/44muxd">Formul&aacute;rios que Funcionam: Desenhando Formul&aacute;rios Web para Usabilidade</a>, por Caroline Jarrett e eu.<br /><br />John Rohdes, muito obrigado por falar comigo hoje no podcast sobre Experi&ecirc;ncia do Usu&aacute;rio (UXPod).<br /><br />John:<br /><br />Obrigado Gerry, eu realmente gostei de estar aqui. Foi &oacute;timo falar com voc&ecirc;.<br /><br />Publicado em: abril 2009<br /><br />Traduzido do original em ingl&ecirc;s "<a title="Entrevista ingl&ecirc;s John Rohdes" href="http://www.infodesign.com.au/uxpod/johnrhodes" target="_self">Selling Usabiliy - An Interview with John Rohdes</a>"</p>]]></content></entry><entry><title>Humor: Livro, a nova interface</title><category term="humor"/><id>http://www.usabiliza.com/noticias/2009/3/9/humor-livro-a-nova-interface.html</id><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.usabiliza.com/noticias/2009/3/9/humor-livro-a-nova-interface.html"/><author><name>richardfaust</name></author><published>2009-03-09T19:39:36Z</published><updated>2009-03-09T19:39:36Z</updated><content type="html" xml:lang="pt-BR"><![CDATA[<p><a href="http://s3.media.squarespace.com/production/547618/6302773/site/wp-content/uploads/2009/03/livros-como-nova-iu.jpg"><img class="size-full wp-image-83 alignnone" title="livros-como-nova-iu" src="http://s3.media.squarespace.com/production/547618/6302773/site/wp-content/uploads/2009/03/livros-como-nova-iu.jpg" alt="Livros como nova interface" width="444" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Livros como nova interface" href="http://s3.media.squarespace.com/production/547618/6302773/site/wp-content/uploads/2009/03/livros-como-nova-iu.jpg">Abrir quadrinho</a></p>
<p><br /><br />Traduzido livremente do original na <a title="Penny Arcade Comic" href="http://www.penny-arcade.com/comic/">Penny Arcade</a>&nbsp;(copyright 2009 Mike Khrahulik e Jeremy Holkins.)</p>]]></content></entry></feed>
